A rede municipal de ensino de Indaial foi destaque na 11ª edição da Feira Brasileira de Iniciação Científica (Febic), realizada de 14 a 18 de setembro, em Joinville. O evento reuniu aproximadamente mil projetos desenvolvidos por estudantes e professores de diferentes regiões do Brasil e também de países como Paraguai, México e Colômbia.
Indaial participou da feira com seis projetos, envolvendo estudantes e profissionais das EBMs Arapongas, Leopoldo Simão, Encano Baixo Rudolfo Alfarth, Tancredo de Almeida Neves e Professora Anna Alves Dias, além da professora Lucilene, da UEI Espaço de Crescer. A participação proporcionou aos estudantes a oportunidade de apresentar pesquisas desenvolvidas no ambiente escolar e compartilhar experiências com participantes de diferentes localidades.
Durante a programação, três trabalhos de Indaial receberam premiações. Na quinta-feira (17), o projeto “Do Papel à Cidade – Descobrindo Indaial com Arte e Interação!”, da EBM Arapongas, recebeu o Prêmio de Mérito Científico. A pesquisa foi coordenada pelas professoras Daniela da Rosa e Jeane dos Santos Geffer Perin e desenvolvida pelos estudantes Aisha Vieira, Isis Silva e Giulia Pereira Nofre.
Também na quinta-feira, o projeto “Jardim Sensorial: Construindo um Espaço de Aprendizagem e Inclusão”, da EBM Tancredo de Almeida Neves, foi reconhecido com o Prêmio Destaque Amigos do Espaço. O trabalho foi coordenado pelas professoras Patrícia Rachadel, de História, e Patrícia Gomes de Campos Dias, do Atendimento Educacional Especializado (AEE), com participação dos estudantes Gabriela Dias e Vinicius Miguel Rodrigues Mafra.
Já na sexta-feira (18), a professora Lucilene, da UEI Espaço de Crescer, conquistou o 1º lugar no Prêmio Relatos de Experiências da Febic 2026, com o projeto “Desemparedar a Infância é Urgente: experiências sensíveis para além das paredes na Educação Infantil”. A experiência foi desenvolvida a partir do cotidiano da Educação Infantil e aborda práticas que ampliam os espaços de aprendizagem e colocam as crianças no centro das experiências pedagógicas.
Para o secretário de Educação, Manoel Boaventura, os resultados demonstram a importância de incentivar a curiosidade e a participação dos estudantes na construção do conhecimento. “A participação na Febic e, principalmente, as premiações conquistadas mostram a qualidade dos projetos desenvolvidos nas nossas instituições de ensino e o envolvimento dos nossos profissionais e estudantes. A iniciação científica contribui para que o aluno deixe de ser apenas um receptor de informações e passe a investigar, questionar, criar e buscar soluções”, destaca.



ROMAN RAITER - JUSTIÇA AO OASE